Enquanto os eleitores norte-americanos votam em uma das eleições mais disputadas em décadas, a China se prepara para um cenário que – independentemente de quem vencer – envolveria mais quatro anos de amarga rivalidade entre as superpotências em temas como comércio exterior, tecnologia e segurança. Estrategistas em Pequim esperam uma retórica mais inflamada e tarifas altas por parte do republicano Donald Trump. Outros especialistas avaliam que ele poderia ser movido pelo pragmatismo e pela...















