O avanço dos interrogatórios no Supremo Tribunal Federal (STF) revelou rachas internos, reposicionamentos estratégicos e um jogo de sobrevivência entre os réus acusados de tentativa de golpe de Estado. Em meio a versões conflitantes, silêncios calculados e tentativas de se descolar de antigos aliados, cada movimento nesta fase da ação penal passou a ser interpretado como um sinal de quem pode se fortalecer – ou se complicar ainda mais – e de quais estratégias...















