Em 1º de maio de 2025, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou a assinatura de um acordo histórico com os Estados Unidos, permitindo a exploração conjunta de recursos minerais estratégicos, incluindo terras raras, petróleo e gás natural. O pacto, firmado após intensas negociações, estabelece um fundo de investimento para a reconstrução da Ucrânia, financiado com 50% dos lucros provenientes da exploração de 57 minerais .
Zelensky descreveu o acordo como “realmente justo”, destacando que não impõe dívidas à Ucrânia e preserva a soberania nacional sobre os recursos naturais . O presidente enfatizou que o pacto representa uma parceria igualitária, com benefícios mútuos para ambos os países.
A assinatura do acordo ocorreu após um encontro entre Zelensky e o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, no Vaticano. Durante a reunião, também foi aprovada a venda de equipamentos militares no valor de US$ 50 milhões para a Ucrânia, marcando a primeira assistência militar dos EUA ao país desde que Trump reassumiu a presidência.
O acordo ainda precisa ser ratificado pelo parlamento ucraniano, mas já sinaliza um fortalecimento das relações bilaterais e um compromisso renovado dos EUA com a soberania e a reconstrução da Ucrânia. Enquanto isso, a Rússia criticou duramente o pacto, acusando a Ucrânia de “vender” seus ativos nacionais em troca de apoio militar.
Analistas veem o acordo como um passo estratégico para reduzir a dependência global da China em relação às terras raras e como uma oportunidade para a Ucrânia atrair investimentos internacionais significativos em meio ao conflito contínuo com a Rússia.












