O Magalu diz ter 40 milhões de clientes ativos em sua plataforma de varejo. Em 2023, a receita total do e-commerce da companhia foi de R$ 46 bilhões — sendo que seu marketplace, criado há sete anos, atingiu R$ 18 bilhões em vendas, com crescimento de 17% em relação a 2022. O Magalu registrou vendas totais de R$ 63,1 bilhões no ano.
A operação 3P, outro nome dado ao marketplace, do Magalu foi a única avaliada com 100% de regularidade na venda de celulares no comércio eletrônico, segundo lista divulgada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O órgão regulador estabeleceu uma série de medidas para inibir a oferta de aparelhos irregulares. Das sete empresas citadas no despacho decisório publicado no Diário Oficial da União, apenas o Magalu se destaca em total conformidade.
E para estruturar a operação de cross border da companhia, foi buscar o Raul Jacob, que tem como missão a integração do Magalu com o AliExpress, já o Kael Lourenço chega para impulsionar o crescimento do número de parceiros e ofertas do marketplace como um todo.
“O cross border no varejo brasileiro ainda está em fase inicial. Esse mercado vai crescer bastante e existe muito para ser conquistado. A marca do Magalu e o nível de serviço que a empresa oferece serão diferenciais nessa equação”, diz Jacob. “Nosso primeiro trabalho será tirar do papel esse acordo inédito com o AliExpress. Os clientes terão uma experiência de compra única dentro do app, site e loja do Magalu. Estou muito animado com esse desafio.”
Segundo o Magalu, o objetivo das contratações é acelerar o crescimento de sellers (vendedores) e mix de produtos na plataforma nos próximos trimestres.












