Investidores interessados no plano de concessão de rodovias federais e estaduais pisaram no freio por causa dos efeitos colaterais do pacote de corte de gastos do presidente Lula. Além da alta dos juros, que em contratos futuros já estão próximos de 14% ao ano, o governo mudou a tributação de quem investe em debêntures incentivadas de infraestrutura. Esses papéis são um mecanismo importante de financiamento das concessionárias como alternativa aos juros mais elevados do mercado financeiro e do limite...















