O Banco Central vai realizar novas reuniões com dirigentes de bancos para tratar do processo de venda do Banco Master ao Banco Regional de Brasília, o BRB. A agenda do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, tem sido tomada por reuniões com banqueiros, desde a semana passada, para tratar do assunto e também falar de mudanças no Fundo Garantidor de Crédito, o FGC.
Hoje, por exemplo, Galipolo recebe, na sede do BC em São Paulo, Rubens Menin, Chairman do Banco Inter e José Olympio Pereira, CEO do Banco J.Safra.
Chamou a atenção que no sábado, Galipolo e outros dois diretores do Banco Central, se reuniram com representantes de grandes bancos, como Bradesco, Itaú-Unibanco, Santander, BTG Pactual e do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), no Banco Central, em São Paulo, justamente para tratar de alterações no FGC que é uma espécie de poupança ou garantia do sistema financeiro constituído com contribuições obrigatórias dos bancos para garantir aplicações de pessoas físicas até R$ 250 mil em caso de quebra de um deles.
A preocupação do BC e de instituições maiores é o uso da garantia do FGC por bancos pequenos que oferecem investimentos com retornos mais elevados graças a essa garantia. É o caso do Banco Master, em processo de compra pelo BRB. O Banco Central e os bancos maiores vêm debatendo mudanças nas regras para que bancos pequenos acabem não comprometendo uma parte relevante desses recursos do FGC.












