Segundo dados do Banco Central, em outubro, o saldo do crédito ampliado ao setor não financeiro atingiu R$17,9 trilhões (155,8% do PIB), avançando 1,5% no mês, com expansões de 4,6% nos empréstimos externos, refletindo a depreciação cambial de 6,05% no período, e 1,3% nos títulos públicos de dívida. Em 12 meses, o crédito ampliado expandiu 14,3%, com crescimentos de 13,4% nos saldos dos títulos públicos de dívida, 10,4% nos empréstimos do SFN e 17,8% nos componentes de dívida externa.
O crédito ampliado a empresas atingiu R$6,3 trilhões (55,0% do PIB), avançando 1,6% no mês, ressaltando-se a expansão de 4,5% nos empréstimos externos, como mencionado, influenciado pela depreciação cambial. Em relação a outubro de 2023, a expansão de 15,2% decorreu das elevações de 25,5% em títulos de dívida e de 14,7% nos empréstimos externos.
O crédito ampliado às famílias atingiu R$4,2 trilhões (36,2% do PIB), crescimentos de 0,9% no mês e de 12,1% em doze meses, refletindo, basicamente, o comportamento dos empréstimos do SFN.
O saldo das operações de crédito do SFN alcançou R$6,3 trilhões em outubro, com crescimento de 0,7% no mês. Esse desempenho decorreu dos aumentos de 0,3% no crédito destinado às pessoas jurídicas e de 1,0% no às pessoas físicas, totalizando R$2,4 trilhões e R$3,9 trilhões, respectivamente. Na comparação com igual período do ano anterior, o saldo do crédito do SFN acelerou em relação ao mês anterior, 10,8% ante 10,6%. Por segmento, considerados os mesmos períodos de comparação, o crédito destinado às empresas acelerou, com alta de 8,9% ante 8,1%, enquanto o às famílias registrou arrefecimento no ritmo de expansão, com avanço de 12,0% ante 12,2% registrado em setembro.
Por outro lado, no Brasil existe uma grande dificuldade na obtenção de crédito por parte de pessoa física, principalmente as de baixa renda, pois se deparam com uma taxa de juros elevada, por não terem garantias para apresentar, ou por falta de instabilidade econômica, ou por falta de histórico de crédito.
É bem verdade que a nossa politica interna também não ajuda a girar de forma que valorize a moeda local, possibilitando o poder de compra, fazendo com que o brasileiro recorra a créditos caros, e então começa aquela jornada de bater na porta de diversas instituições bancarias, preenchendo um monte de documentos, apresentando outros documentos e etc. e na maioria das vezes tem seu pedido negado.
Dentro desse universo de dificuldades, a Crédito Liberado surge com o objetivo de facilitar a vida de quem busca crédito, e facilitar de forma simples e objetiva, pois juntamos em uma plataforma tecnologia, confiabilidade e parceria com bancos parceiros.
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Por Maciel de Almeida Nascimento – Diretor Executivo Crédito Liberado












