Em junho de 2024, o varejo teve um encolhimento no seu faturamento em 1,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, descontada a inflação, de acordo com o que foi divulgado nesta segunda-feira pelo Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA).
Em termos nominais, houve alta de 2,8%, mostrou o ICVA, que acompanha mensalmente a evolução das vendas de 820 mil varejistas credenciados a Cielo distribuídos em 18 setores.
Nessa medição, que espelha a receita de vendas observadas pelo varejista e embutem a inflação, e-commerce registrou expansão de 6,9%, enquanto o comércio físico mostrou crescimento de 1,8% na comparação ano a ano.
Todos os três macrossetores registraram queda: o de bens duráveis e semiduráveis encolheu 3%, afetado principalmente pelo segmento de vestuário e artigos esportivos; o de bens não duráveis recuou 1,3%, com livrarias e papelarias sendo o maior peso negativo; e o de serviços retraiu 1% pressionado por estética e cabeleireiros.
A Cielo destacou, porém, crescimento em segmentos vinculados ao Dia dos Namorados, comemorado no dia 12 de junho, tais como óticas e joalherias, varejo alimentício especializado e recreação e lazer.












