O Conselho Nacional de Política Energética aprovou o aumento do percentual de mistura do etanol na gasolina, de 27% para 30%, e no caso do biodiesel, de 14% para 15%. As medidas passam a valer em 1º de agosto. O professor do Instituto de Energia da PUC Rio e ex-diretor-geral da ANP, David Zylbersztajn, em entrevista aos âncoras Mílton Jung e Nadedja Calado no Jornal da CBN, destaca que o Brasil é pioneiro em termos de utilização de combustíveis renováveis e esse aumento é muito bem-vindo.
“Então, eu vejo de maneira muito positiva, em termos ambientais, em termos econômicos, em termos de autonomia, enfim, e em termos principalmente de capacidade de escolha do consumidor”.
David Zylbersztajn destaca que isso também aumenta a garantia do suprimento interno. No entanto, com essa mistura, a preocupação do consumidor é com o motor do carro, principalmente os mais antigos. David Zylbersztajn explica se pode ocorrer algum tipo de prejuízo nesse sentido:
“O risco é zero, eu diria, posso afirmar que é zero, e os próprios fabricantes, os institutos de pesquisa que fizeram os testes, não tem problema nenhum em relação a isso, inclusive, há uma previsão não autorizada ainda de chegar a essa mistura até 35%”.












